bonequinhos

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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

LENDA DE S. MARTINHO

Em vésperas do dia de S. Martinho quisemos manter a tradição e relembramos, oralmente, a lenda.
A pares produzimos um texto, tendo por base uma prancha e na qual tivemos que respeitar as indicações dadas.
Após o rascunho feito e corrigido, reescrevemos o texto com letra bem cuidada. Um de nós ditava e o outro escrevia, porque o trabalho colaborativo é muito mais fácil e produtivo.

 Ilustramos os nossos textos e depois celebramos o magusto comendo castanhas assadas e cozidas. Este ano não fizemos a tradicional fogueira, porque o tempo não nos deixou... Paciência, pode ser que para o ano o verão de S. Martinho nos presenteie com o sol radioso.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

É OUTONO, OLÁ SE É...




CHEGOU O OUTONO
Chega o outono!
As andorinhas
despedem-se das outras avezinhas
e vão pelos ares fora
vão-se embora
embora?
Não!
Que voltam, voltarão...
Quando a bela estação
da Primavera
que antecede ao Verão
oferecer melhor vida.
Não têm agasalhos nem comida,
vão para terras quentes
à procura do sol que as consola
Mas nós, crianças,
nós,
todas contentes
partimos para a escola.
                                         Alice Gomes
   Esta semana, andamos atarefados com o tema do outono. Fizemos um jogo no qual tivemos que explicar, oralmente ou com mímica, à turma, uma palavra, sobre o tema para que os colegas tentassem adivinhar. Divertimo-nos com a brincadeira e aprendemos novas palavras. A partir de algumas palavras enunciadas, elaboramos textos coletivamente.
Também quisemos fazer o painel do OUTONO. Foi uma azáfama!
Contornamos alguns desenhos,
 recortamos,
preparamos as tintas com muito cuidado,
pintamos,


colamos,


retocamos os pormenores
e passamos os textos no computador.

Chegou o outono!
E o sol ficou cheio de sono.
O lavrador semeia para ter um ano de abono
E das colheitas ser dono.
Nos campos, as folhas cobrem o chão
Muito coloridas que bonitas que são.
Alguns animais para outros países vão
E as andorinhas partem em emigração
Porque faz frio e pode cair um nevão.
É a hora de tirar, do roupeiro, um casacão
E beber chocolate quente ao serão
 Junto à lareira a ouvir uma canção.
 S Martinho não tarda a voltar
E o magusto vamos festejar
Na fogueira muitas castanhas a estalar
E com as mãos sujas a cara gostamos de sujar.
Com os marmelos, as compotas vamos preparar
Para com o pão as saborear.
Esta é uma estação especial
Que antecede a festa de Natal. 
 
Andar nas poças a pé, que bom que é!
Bonitas as cores são, nesta única estação!
Caem as folhas no chão, que leves que são!
Dióspiros vamos comer e preparar doces para oferecer.
Esquilos e ursos vão hibernar e as andorinhas a imigrar.
Folhas secas e coloridas, cobrem o chão das avenidas.
Gotas que nos vão molhar, se do guarda-chuva no esquecermos de levar.
Humidade nos vidros vai ficar e caretas vamos desenhar.
Inundações podem surpreender, por isso, temos que nos proteger.
Já é hora de a lenha apanhar para o fogo atear.
Lareira quentinha, costumamos acender para nos aquecer.
Maçãs e peras saborosas fazem compotas deliciosas.
Nozes, amêndoas e castanhas, frutos secos tu apanhas.
Outono sisudo, molha e leva tudo.
 Pinheiros carregados de pinhas, que já estão muito sequinhas.
Que sol tão morno, que parece ter sono!
Romãs repletas de baguinhos, gostamos de apreciar aos bocadinhos.

Sementes o lavrador vai semear, para mais tarde o fruto arrecadar.
Tempo quente nesta estação é sinal que pode haver um furacão.
Uvas vamos vindimar, para no lagar as transformar.
Vendaval o Outono costuma trazer, às casas temos de recolher.
Xarope precisamos de tomar, para a constipação passar.
Zangados ficamos com o Outono quando não dá um ano de abono.

Deste trabalho colaborativo surgiu o painel do outono na quinta, ou não andassemos nós na Escola da Quinta do Campo!!! 

É TEMPO DE POESIA!

Embora tardiamente, queremos aqui publicar a atividade que os nossos colegas do quarto ano A tiveram a gentileza de nos apresentar.
Recitaram poemas de Matilde Rosa Araujo, grande poetisa que nos continua a encantar com poemas tão belos.
Aos nossos amigos queremos dar os PARABÉNS por terem declamado e encantado.
 Podem sempre voltar à nossa sala, porque é sempre tempo de POESIA.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

A PÉ, DA ESCOLA ATÉ AO MOINHO DA MARÉ

No dia anterior à visita de estudo, vimos um Power Point sobre o Moinho de Maré ou Moinho do Castelo que foi mandado construir por D. Nuno Álvares Pereira, na antiga quinta do Castelo, em 1403. Desta forma preparámos a visita de estudo a um dos mais importantes símbolos da freguesia de Corroios.  
 
No dia da visita, 12 de outubro, durante o percurso passámos pela Junta de Freguesia de Corroios, Mercado Municipal, Biblioteca Municipal do Seixal - Pólo de Corroios e Igreja Matriz.
Bem perto do Pólo da Biblioteca, vimos o senhor Batista, sapateiro de profissão, que nos mostrou como conserta os sapatos e demais acessórios.
 
O senhor Batista foi muito simpático e convidou-nos a entrarmos na sua casa. Mostrou-nos uma belíssima exposição de trabalhos em madeira que fez ao longo de 36 anos de muita dedicação ao artesanato.
 
 
 Ficamos encantados com tantas e bonitas peças e "brinquedos" feitos com tanto pormenor e sobretudo muito CARINHO.
O senhor Batista é mesmo um grande artesão!
Muito obrigado, senhor Batista pela oportunidade que nos deu. Aprendemos sempre  com as pessoas que tem muiiiita experiência.

 Depois lá seguimos rumo ao Moinho de Maré de Corroios, acompanhados por uma amiga - a professora Lúcia - que simpaticamente também nos acompanhou.

Quando lá chegámos, e porque o trajeto nos tinha aberto o apetite, sentámo-nos a descansar e lanchámos. Foram muitas risadas!
À entrada, fomos recebidos pela Cátia que nos mostrou as mós. Tentámos pegar numa delas, mas nem pensar!!!

 
O senhor José Meias é o moleiro e foi ele que nos recebeu à entrada do moinho.
O Luís brincou connosco às adivinhas, mas nós também lhe apresentámos algumas. O fofinho João apresentou-lhe uma adivinha  "Dois livros encontram-se, o que diz o livro de Matemática para o de Português?" Ninguém soube responder, mas o João não nos deixou sem resposta "Não me venhas com histórias, porque estou cheio de problemas."
Esta foi muito engraçada!!!!!
Fizemos um jogo para localizar os 8 arcos e a cruz do moinho...
Na sala de moagem, o senhor José explicou-nos como o moinho aproveita a energia das marés para fazer a moagem dos cereais.
A farinha foi peneirada para vermos como se separa da casca do cereal, por isso é que fica de cor branca.




Foi uma brincadeira mexer e sentir os cereais antes e depois de moídos
Seguiram-se mais jogos, agora tinhamos que representar com mímica e sons as expressões relacionadas com a atividade moageira, como por exemplo
"Quem ao moinho vai, enfarinhado sai."

Fomos ver a comporta que existe junto ao edifício e que é aberta automaticamente pela água quando a maré sobe.

No filme que vimos tudo foi muito bem explicado para que não houvesse dúvidas.
Por fim, fizemos um jogo de palavras cruzadas sobre a temática.


Na sala de aula, criámos outros "provérbios" a partir do que tinhamos explorado.
Adorámos! Foi uma interessante visita que fizemos a este museu.
À Câmara Municipal do Seixal muito agradecemos a oportunidade que nos deu  de conhecermos 609 anos de história do Moinho de Maré de Corroios.


quinta-feira, 11 de outubro de 2012

BRINCAR COM AS RIMAS

Após termos construido um texto coletivo com rimas, elaborámos textos encadeados, a pares.
Não foi fácil, mas conseguimos criar pequenas histórias sempre utilizando as RIMAS.
Vamos partilhá-las convosco...
Era uma vez um leão                                                    
Que jogava com um pião                                             
Mas como não tinha atenção                                       
Chocou com um camião.                                              
Vieram os animais para ajudar                                   
O rei da selva estava a gemer                                       
Os animais pediram para ver                                       
Mas ele começou a tremer                                             
Sem saber o que fazer                                                   
Todos quiseram ajudar                                                 
Para o leão melhorar.                                                     
        Sofia,Rafael Rasteiro.                                                                               
 Na aldeia estava um ladrão
Que não tinha coração.
Era muito espertalhão
E um grande comilão.
Um dia, entrou num casarão
E em tudo meteu a sua mão
Foi ao frigorífico e tirou um melão
E fugiu pelo portão
No caminho foi mordido por um cão
E ficou caído no chão
Veio o polícia e levou-o para a prisão.
                                                          Eliana, Daniel
Era uma vez uma bruxa
Que tinha uma amiga chamada Tucha
Que vivia na areia
Junto ao mar, com uma baleia.
Um dia, a amiga pediu boleia
à baleia que viu uma sereia.
A sereia ajudou a baleia
Que estava presa numa teia.
Ficou numa aflição
Atou a cauda ao cordão
E levou a baleia até Olhão
Que puxou a Tucha pela mão.
                                                 Veatriz Botelho, Sara
Eu estava no mar
E decidi ir explorar
A paisagem fui espreitar
E vi que era de espantar
Comecei a nadar
E parecia estar a voar
Lá de cima vi um rato
Que parecia não ter olfato
Mais à frente, vi um estranho gato
Que vestia um elegante fato.
De repente, desci e vi um gigante cato
Que crescia no meio do mato.
Vi que estava a sonhar, quando acordei assustado
Deitei-me, tapei-me e fiquei mais descansado.
                                                                         Pedro, Mariana Sequeira
Encontrámos  o gato Resmungão
Que tinha comido um salmão
Regado com sumo de limão.
Veio de lá um cão
E lutaram até mais não
Por causa de um balão.
O gato odeia o cão
E sempre lhe disse NÂO
E assim continuaram a discussão.
                                                         Valdir, Rafael Fonseca
Na rua vimos a Rita
Que foi à loja buscar a guita
Para prender a chita
E por-lhe uma fita.
A chita ficou bonita
E foi ter com a Eliana
Que comia uma banana
Dentro de uma caravana
No meio da savana
Onde não havia mar
Nem se podia pescar.
Elas queriam acampar
E a tenda foram montar
Para no seu saco cama descansar
Toda a noite, ao luar.
                                 Beatriz Pereira, Mariana Marques
A Beatriz viu uma perdiz
Quando foi a Paris
Ela ficou com um grande nariz
Porque chocou com um petiz.
A menina queixou-se ao juiz
O juiz culpou o cão
Que tinha um balão
O cão culpou o ladrão
E o ladrão tirou-lhe o balão
Porque não tinha razão
O cão mordeu a mão
E o vilão deu-lhe um estaladão.
                                                   Rui, Adriana
No casamento do Rafael e da Raquel
Foram convidados muitos amigos e o Abel.
No banquete havia guloseimas e mel
E não faltava um pastel.
O Abel engoliu o anel
E foi parar à cadeia
Onde viu uma centopeia
Que tinha uma enorme diarreia
Porque comeu uma tigela cheia
com papa de mel e aveia.
O Abel ajudou a pobre centopeia
Que estava numa teia
E deixou-a ficar na sua meia.
                                                Zyad, Rodrigo
Na quinta, o Gonçalo
Estava a andar a cavalo
Apareceu um grande galo
Que lhe deu um estalo.
Chegou o seu amigo João
Que veio com o Simão.
Os três amigos construiram um casarão
Que lá dentro tinha um ladrão
A brincar com um balão
Que rebentou no chão.
Zangou-se o ladrão e arrombou o portão.
Saltou de lá um pavão
A lutar contra o João
Que ficou um furacão.
Depois de tanta confusão
O João saiu valentão
E o pavão aprendeu a lição
Pediu-lhe desculpas e ficou seu amigão.
                                                                Gonçalo Ribeiro, Beatriz Adrião
Era uma vez um cão
Que foi passear até ao Japão
Quando lá chegou, deitou-se num colchão
Que era feito de algodão.
Ficou com uma grande constipação
E espirrou até mais não
Para ficar melhor bebeu uma porção
De chá que sabia a limão
Mas acabou por tomar medicação.
                                                       Carolina Marques, Gonçalo Paz
Um dia, o João
Que era muito brincalhão
Foi jogar ao pião
Com o seu  animal de estimação.
O rapaz caiu ao chão
E magoou-se na sua mão
Para arranjar uma solução
O cão pediu ajuda ao anão
O anão que vivia na casa da Ana
Foi buscar pensos à farmácia da Joana
E cuidou dele na sua cabana.
                                            Carolina Torre, João
Era uma vez o menino João
Que foi viajar de balão
E encontrou um anão
Que tinha um grande coração
Mas que grande amigão!
Esse amigão foi a um bar
Onde viu um militar
Com vontade de jogar
Mas como não queria andar
O João foi descansar
E o militar ficou a chorar.
                                      Beatriz Brito, Daniela

terça-feira, 9 de outubro de 2012

A RIMAR

Hoje, voltamos a brincar com as palavras, mas desta vez utilizamos rimas. Oralmente, construimos listas de palavras:
careca - soneca - cueca - boneca - discoteca - faneca -panqueca...
castelo - marmelo - amarelo -martelo - Melo - caramelo - martelo - chinelo ...
mica - carica - Chica - rica - salpica - Benfica - pica ...
Para nos divertirmos, elaboramos coletivamente um texto encadeado.

ENCONTRAMOS UM CARECA

NA NOSSA DISCOTECA.

CHEGOU LÁ A BONECA

E DEITOU - SE NA CANECA

PARA DORMIR UMA SONECA.

APARECEU UM VITELO AMARELO

PEGOU NUM MARTELO

E CONSTRUIU UM CASTELO

TODO FEITO DE MARMELO.

VIMOS LÁ O MELO

A COMER UM CARAMELO
 
COM COBERTURA DE CHINELO.

ABRIU A MICA

E TIROU UMA CARICA

PARA ASSISTIR AO BENFICA

QUE JOGAVA CONTRA A CHICA.